No último dia 15 de março a equipe técnica dos Programas Guarda Subsidiada e Família Acolhedora da Fundação Nosso Lar esteve reunida com as famílias participantes desses programas para avaliação e troca de experiências. As reuniões acontecem mensalmente na sede da FNL. No dia 16, a equipe teve a primeira reunião com novos candidatos aos programas e também a pais sociais. A reunião faz parte do processo de seleção aberto no mês passado. A próxima etapa será a avaliação psicológica individual dos candidatos.
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Seleção de pais sociais e famílias acolhedoras
Fundação Nosso Lar
A Fundação Nosso Lar, instituição que acolhe crianças e adolescentes em regime de casas-lares, está com inscrições abertas para casais ou mulheres que queiram ser mães sociais e famílias que desejem se cadastrar no Programa Família Acolhedora.
Os casais ou mulheres que queiram ser mães sociais deverão ter a disponibilidade para morar na casa-lar e terem aptidões para cuidar de crianças com necessidades especiais. A seleção será feita através de entrevistas previamente agendadas na sede da instituição com a equipe técnica da Fundação.
A mãe social é uma atividade prevista pela lei nº 7.644, desde 1987, e tem garantida todos os direitos trabalhistas da CLT, como anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social, repouso semanal remunerado de 24 horas consecutivas, 30 dias de férias anuais remuneradas, décimo terceiro salário e Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.
A função dos pais ou mãe social é ser cuidador e educador, proporcionando o convívio familiar às crianças e adolescentes, acompanhando as suas atividades diárias como escola, cuidados pessoais, alimentação, horários, atividades de contra turno, cursos, médico, vacinas, lazer, além de administrar o lar, realizando e organizando as tarefas.
Família Acolhedora
O Programa Família Acolhedora capacita e acompanha famílias que acolhem em suas casas, por um período de tempo determinado, uma criança ou adolescente, ou um grupo de irmãos, garantindo a convivência familiar e o seu desenvolvimento em um ambiente saudável. Isto não significa que a criança ou adolescente vai passar a ser “filho” da família acolhedora, mas que vai receber afeto e convivência desta outra família até que a situação de abrigamento possa ser resolvida.
A convivência em famílias acolhedoras permite, segundo a diretora da Fundação Nosso lar, Ivania Ferronatto, que “o tempo de abrigamento da criança se torne menos traumático, pois a criança ou adolescente passa a contar com um ambiente familiar mais individualizado do que uma casa-lar que, embora tente se aproximar da estrutura de um lar, continua sendo um abrigo institucional”.
Tanto para função de pais sociais, como para as famílias acolhedoras, a Fundação Nosso Lar presta o apoio técnico e administrativo, e acompanhamento psicosocial para o desempenho das funções, além de ciclos de capacitação constantes.
O agendamento das entrevistas por parte dos interessados poderá ser feito na sede da entidade, na Rua Ernesto Keller, 388, no Jardim Eliza, ou ainda pelo telefone 3025 2440.
Capacitação
Fundação Nosso LarHoje (17), pela manhã, a equipe técnica da Fundação Nosso lar retornou ao trabalho, após o feriado de Carnaval, participando de um ciclo de capacitação. O tema central abordado por Valtenir Lazzarini foi a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança.
Fundação na Câmara de Vereadores
Fundação Nosso LarA diretora de projetos da FNL, Ivania Ferronatto ocupou, na manhã de hoje (15), o espaço da Câmara de Vereadores denominado “Tribuna Popular”. A diretora da instituição falou sobre o histórico da Fundação e apresentou dados e números sobre o trabalho desenvolvido pela FNL. Ferronatto destacou a diminuição do número de crianças e adolescentes abrigados, devido ao trabalho feito pela equipe técnica priorizando a reintegração familiar, garantindo assim o direito da criança e do adolescente à Convivência Familiar, previsto no ECA.
Durante sua explanação, Ferronato ainda mostrou um vídeo e pediu o empenho e o apoio “político” da Câmara para o ano de 2010: “quando falamos em criança, adolescente e família devemos deixar as questões pessoais e partidárias de lado, devemos agir como um bloco único e coeso”, declarou. A diretora lembrou ainda que “muitos vereadores e o prefeito, enquanto candidatos aos cargos, assinaram o Termo de Compromisso com a Criança e o Adolescente, em 2008”.
Vários vereadores fizeram uso da palavra, parabenizando o trabalho da Fundação Nosso Lar e oferecendo apoio à causa, inclusive o presidente da Casa de Leis, vereador Carlos Budel.
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Estudo de casos
Fundação Nosso LarProfissionais da Fundação Nosso Lar e da Vara da Infância e da Juventude de Foz do Iguaçu estiveram reunidos hoje (19), na sede da entidade, para avaliação e encaminhamento de casos de crianças e adolescentes atendidos pela entidade. A busca para a solução dos problemas que causaram o abrigamento é uma ação constante da FNL, tentando fazer com que o tempo de abrigamento seja o menor tempo possível.
Identidade
Fundação Nosso LarProfissionais do Departamento de Identificação da Policia Civil estiveram na sede da Fundação Nosso Lar, hoje (19), no período da tarde, colhendo impressões digitais e assinaturas de crianças abrigadas ou assistidas pela instituição, para a confecção de Carteiras de Identidades. Uma das ações da FNL é promover a documentação de toda criança ou adolescente atendido pela entidade, como forma de exercício de cidadania.
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Convite
Fundação Nosso LarOficina de circo
Fundação Nosso LarTroupe Luz da Lua na apresentação na sede da FNL, na última quinta-feira (6)
Na próxima quarta-feira (12) a Troupe Luz da Lua inicia uma oficina de circo para crianças e adolescentes abrigados na Fundação Nosso Lar. Serão duas turmas: uma pela manhã (9:30 horas) e outra no período da tarde 15 horas).
Não à redução da maioridade penal
Fundação Nosso Lar
Está pronta para ser votada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a Proposta de Emenda Constitucional que propõe o rebaixamento da idade penal de 18 para 16 anos no Brasil.
Ciente da afronta que esta medida representa à democracia brasileira e dos graves danos que pode gerar, a Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP), com o apoio de outras organizações da área da infância e da adolescência, está coordenando um movimento nacional de coleta de assinaturas contra a proposta, que serão encaminhadas ao Senado.
Há três formas de participar:
- Assine o manifesto na internet. Para isso, clique aqui.
- Se preferir, envie um e-mail com seus dados (Nome, título de eleitor e/ou CPF e/ou RG, atividade, cidade, estado) para assine@abmp.org.br.
- Ajude a coletar assinaturas junto a cidadãos que não têm acesso à internet. Para contribuir, é necessário imprimir o manifesto, coletar assinaturas e encaminhá-lo, via correios, para a secretaria executiva da Associação: Rua Boa Vista, nº 76, 5º andar. Centro – São Paulo – SP. CEP: 01014-000. Clique aqui para fazer o download do documento.
Atenção! As três formas têm a mesma validade e cada cidadão pode assinar o manifesto apenas uma vez. Participe!
Assessoria de comunicação da ABMP
Campanha Uma Ação para Crianças
Fundação Nosso Lar
A Campanha Uma Ação para Crianças, desenvolvida pela CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço), vem desde de 2007 potencializando a captação de recursos para desenvolvimento de ações para defesa dos direitos infanto-juvenis. Neste período de três anos 4.985 crianças e adolescentes foram beneficiados, direta ou indiretamente, em iniciativas que tiveram seus recursos dobrados pela CESE.
A Campanha foi criada a partir da identificação das demandas por superação das iniquidades sociais no campo da educação, saúde, segurança alimentar e nutricional, distribuição de renda, enfim, em prol da defesa e promoção dos direitos das crianças e adolescentes.
Pretende contribuir para a consecução das 8 Metas do Milênio da Organização das Nações Unidas (ONU). As Metas do Milênio foram definidas no ano de 2000 por líderes mundiais que convocavam países a reduzir a fome e a pobreza e a priorizar a formulação de políticas públicas de enfrentamento a doenças, desigualdades de gênero, analfabetismo, falta de acesso a água limpa e ameaças ao meio-ambiente. As Metas do Milênio são:
1 – Erradicar a extrema pobreza e a fome.
2 – Atingir o ensino básico universal.
3 – Promover a igualdade de gênero e a autonomia das mulheres.
4 – Reduzir a mortalidade infantil.
5 – Melhorar a saúde materna.
6 – Combater o HIV/AIDS, a malária e outras doenças.
7 – Garantir a sustentabilidade ambiental.
8 – Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento.
O objetivo da Campanha Uma Ação para Crianças é colaborar para o fortalecimento de uma rede de defensores dos direitos infanto-juvenis em âmbito nacional, ao mesmo tempo em que contribui para a solução dos problemas locais percebidos por pessoas com potencial de mobilização.
A proposta é simples e valoriza grupos comprometidos com a infância e a adolescência: grupos formados por igrejas, sindicatos, escolas, associações de bairro, entre outros, desenvolvem uma ação de mobilização para captar recursos que serão destinados para projetos que beneficiem crianças e adolescentes. A CESE dobra o valor arrecadado pela ação de mobilização.
Para saber mais sobre a Campanha acesse www.cese.org.br
(Assessoria Cese)























